
" Olhando com o coração e sentindo com o corpo inteiro no cotidiano escolar"
Azoila Loretti da Trindade
Segundo Cohn no texto a forma que nos foi apresentado consegue esclarecer muito bem a questão sobre as diferenças da cultura infantil e suas particularidades, é interessante entender uma particularidade em especial que a criança dende a ter uma cultura qualitativa não se importa muito sobre o que outros vão pensar, agem pelo impulsos, já os adultos levam em conta, pensam, relevam as consequencias dos seus atos.
É importante lembrar que na década de 1960, surgem novas formas conceitos do debate antropológico que possibilita analisar maneiras as crianças de forma renovadora, fazer analogias sobre o efeito na cultura, sociedade dentro da antropologia.
Relevante lembrar sobre a cultura Xikrin, que quando li a primeira fez demorei a entender sobre como eles estabelecem o grau de parentesco é uma questao de cultura diferente somente.
Enfim as maneiras que cada cultura, povo cuidam de suas crianças e de suas infâncias as fazem a primeira vista confusas mas se olharmos de maneira antrologica nos damos a oportunidade de abrir a mente.
As crianças conseguem se adaptar e sabem que tem seu lugar e atuam de maneira que produzem sua propria cultura e lembra tambem que os adultos que já foram crianças e esqueceram de como é o ser criança.
Olá Natália,
ResponderExcluirMuito bom seu Diário-blog. Continue postanto, mesmo depois de encerrada a atividade da disciplina.
Abraço,
Crisoston
Olá Natália, salve!
ResponderExcluirSou aluno do 6º semestre do Curso de Pedagogia - Polo de Simões Filho (BA). Parabéns pelo seu Diário. Pretendo retorná-lo para me aprofundar nas tuas postagens: a antropologia e o trabalho social são meu mergulho mais existencial e apaixonado.
Parabéns pela simplicidade e profundidade do exposto aqui!
Ademario
Ademario