quarta-feira, 14 de abril de 2010

Educar para a Diferença


Não posso começar a tecer um comentário sobre o texto “Educar para a Diferença” sem mencionar a forma brilhante que Rosângela introduz seu texto “A educação para a diferença: reflete- se na humanização crescente do individuo consigo mesmo e na sua relação com o outro, resgatando a diferença como riqueza da vida social”.
Muito interessante a forma como foi colocadas grande parte das idéias no textos, quase sempre em primeira pessoa, nos aproxima melhor do que a autora pensa. Pois vivemos em mundo que sempre lhe cobrado o seu melhor, isso começa muito cedo na vida de muitos, desde a escola, e é onde temos nosso primeiro contato com a diversidade cultural, vemos pessoas diferentes, com costumes diferentes e hoje segundo o texto se tornou uma questão política. Porque cada vez mais a identidade coletiva parece definir-se em termos de etnicidade, cultura, herança e tradição, ressaltando o direito à diferença e à autodeterminação, em contradição com o mundo global.
Mostra também os aprenderes: Aprender a conhecer, que envolve saber usar o que já sabemos com o novo e assim ser útil para nós; Aprender a fazer abrange fazer as situações para surgirem novas idéias, a criatividade; Viver em conjunto que não é somente tolerar o próximo mas também defender suas convicções; Aprender a ser é saber questionar para se enriquecer.
Por fim, educar para a diferença não é somente passa os conteúdos mas mostrar que se conhecerem o próximo, o novo seremos enriquecidos com a grande variedade de coisas que o outro pode nos ensinar.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

O ver. o refletir e o dizer como pricípios antrpológicos para a ação pedagógica


" Olhando com o coração e sentindo com o corpo inteiro no cotidiano escolar"
Azoila Loretti da Trindade


Segundo Cohn no texto a forma que nos foi apresentado consegue esclarecer muito bem a questão sobre as diferenças da cultura infantil e suas particularidades, é interessante entender uma particularidade em especial que a criança dende a ter uma cultura qualitativa não se importa muito sobre o que outros vão pensar, agem pelo impulsos, já os adultos levam em conta, pensam, relevam as consequencias dos seus atos.
É importante lembrar que na década de 1960, surgem novas formas conceitos do debate antropológico que possibilita analisar maneiras as crianças de forma renovadora, fazer analogias sobre o efeito na cultura, sociedade dentro da antropologia.
Relevante lembrar sobre a cultura Xikrin, que quando li a primeira fez demorei a entender sobre como eles estabelecem o grau de parentesco é uma questao de cultura diferente somente.
Enfim as maneiras que cada cultura, povo cuidam de suas crianças e de suas infâncias as fazem a primeira vista confusas mas se olharmos de maneira antrologica nos damos a oportunidade de abrir a mente.
As crianças conseguem se adaptar e sabem que tem seu lugar e atuam de maneira que produzem sua propria cultura e lembra tambem que os adultos que já foram crianças e esqueceram de como é o ser criança.

II. FUNDAMENTOS: A ANTROPOLOGIA DA CRIANÇA E DA JUVENTUDE


Segundo Cohn no texto a forma que nos foi apresentado consegue esclarecer muito bem a questão sobre as diferenças da cultura infantil e suas particularidades, é interessante entender uma particularidade em especial que a criança dende a ter uma cultura qualitativa não se importa muito sobre o que outros vão pensar, agem pelo impulsos, já os adultos levam em conta, pensam, relevam as consequencias dos seus atos.
É importante lembrar que na década de 1960, surgem novas formas conceitos do debate antropológico que possibilita analisar maneiras as crianças de forma renovadora, fazer analogias sobre o efeito na cultura, sociedade dentro da antropologia.
Relevante lembrar sobre a cultura Xikrin, que quando li a primeira fez demorei a entender sobre como eles estabelecem o grau de parentesco é uma questao de cultura diferente somente.
Enfim as maneiras que cada cultura, povo cuidam de suas crianças e de suas infâncias as fazem a primeira vista confusas mas se olharmos de maneira antrologica nos damos a oportunidade de abrir a mente.


As crianças conseguem se adaptar e sabem que tem seu lugar e atuam de maneira que produzem sua propria cultura e lembra tambem que os adultos que já foram crianças e esqueceram de como é o ser criança.

Meu Diario de Bordo - Antropologia




TUDO TEM UM COMEÇO...
Todo começo porém tem seus desafios, confesso que não é nada fácil contem a ansiedade de começar um novo Período na Faculdade, mas mesmo com as dificuldade e temores fiquei feliz e motivada com o cometário do Professor Crisoston sobre a disciplina.
"O trabalho do antropólogo pode ser sinteticamente apresentado como a atividade de ver, refletir e dizer."
"O grande ensinamento da antropologia a respeito das diferenças socioculturais não é tanto o de que devemos respeitar o diferente por ser simplesmente diferente, mas que devemos compreender a diferença como uma maneira de ser Homem e que assumamos uma posição ativa em relação a esse novo conhecimento que adquirimos."